sexta-feira, 9 de abril de 2010

Eis que o filho nasce...

Caro (a) leitor (a),

Cristina e suas insanidades acabam de alçar voos mais altos e foram direto para as páginas do seu primeiro livro: Loucuras de Cristina! Por isso, agora o blog traz apenas um aperitivo do que você encontrará no livro.

Convido você a degustar essa história que tem apenas uma pretensão:fazê-lo rir, se divertir e esquecer um pouco dos problemas que enfrentamos nessa loucura que é o mundo real!

Loucuras de Cristina está à venda no Agbook através do link:
http://www.agbook.com.br/book/18192--Loucuras_de_Cristina.
Boa leitura!
Um beijo da mãe de Loucuras de Cristina!

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Casa, comida e roupa lavada

Bad, muito bad, não vou sair da cama tão cedo, estou imersa em um sono profundo. É por isso que eu adoro fim de semana, sem compromisso pra levantar e zero de obrigações! Mas claro que tudo que é bom dura pouco, aliás, pouquíssimo, porque tive a grata surpresa de receber uma ligação às 6h da manhã!!!!!!! (...)

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Das catingas alheias

"Vamos lá, Denise, sem apelação, repita para você mesma: 'Nunca mais vou paquerar no ônibus'. Repita que você consegue, vamos lá campeã!". "Pensa que é fácil, Cristina. Se coloque no meu lugar. Onde eu passo a maior parte do meu tempo? No trabalho? Em casa? Não, no maldito ônibus, pegando milhares de engarrafamentos, portanto, onde acha que vou encontrar minha cara metade????". "Ah, minha filha, sorry, mas (...) 

terça-feira, 14 de julho de 2009

A mudança

Denise, tô muito empolgada!! Tavinho vai morar no mesmo bairro que o meu, uhu! Adeus perrengue para me despencar até o outro lado do mundo só para vê-lo!!”. “Nossa, Cris, que maravilha, realmente ele morava muito longe, no extremo oposto da sua casa, ne? Só tem um detalhe, não se esqueça que você terá que ajudar na mudança”. “Afe, não precisava me lembrar dessa parte. Tentei uma tática super convincente que até eu quase acreditei dizendo que (...)

sexta-feira, 7 de março de 2008

Uma vez rainha, sempre rainha

A minha história com os pedreiros já é conhecida e não ando numa fase nada boa com a classe proletariada. Se antes o problema era passar numa construção de prédio sem ser abordada em função do inferno astral atrasado, o problema agora são os excessos de abordagens. É um tal de gostosinha pra lá, delícia pra cá, como se eu fosse a última mulher da face da terra. Quem dera eu tivesse todo esse poder. O fato é que, dia desses, a caminho do trabalho (...)